Você sabe qual é a diferença entre Seguro de Animais e Seguro Pecuário?

O Seguro Pecuário, definido como modalidade de Seguro Rural, tem por objetivo garantir o pagamento de indenização, em caso de morte de animal destinado, exclusivamente, ao consumo, produção, cria, recria, engorda ou trabalho por tração.

Pecuária (Google Imagens)

Os animais destinados à reprodução por monta natural, coleta de sêmen ou transferência de embriões, cuja finalidade seja, exclusivamente, o incremento e/ou melhoria de plantéis daqueles animais mencionados no parágrafo anterior, estão também enquadrados na modalidade de seguro pecuário.

O Seguro de Animais tem por objetivo garantir o pagamento de indenização, em caso de morte de animais classificados como de elite ou domésticos e não está enquadrado como Seguro Rural.

Entendem-se como animais de elite os destinados ao lazer ou à participação em torneios/provas esportivas, bem como aqueles utilizados, exclusivamente, na coleta de sêmen e transferência de embriões para fins distintos dos estabelecidos para o Seguro Pecuário.

Entendem-se como animais domésticos aqueles adaptados ao convívio familiar e destinados, exclusivamente, à companhia de pessoas ou guarda residencial.

Vale lembrar que, por estar enquadrado como uma modalidade de seguro rural, o Seguro Pecuário goza de isenção tributária irrestrita de quaisquer impostos ou tributos federais, nos termos do art. 19 do Decreto-Lei 73/66, o que não ocorre com o Seguro de Animais.

O Seguro de Animais não está enquadrado como uma modalidade de Seguro Rural.

Fonte: Susep

 

Entenda o que compreende e como funciona o Seguro Rural

O Seguro Rural trata-se de um importante instrumento que permite ao produtor rural proteger-se contra as perdas decorrentes principalmente de fenômenos climáticos adversos.

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Atividade Agrícola (Google Imagens)

Contudo, é mais abrangente, cobrindo não só a atividade agrícola, mas também a atividade pecuária, o patrimônio do produtor rural, seus produtos, o crédito para comercialização desses produtos, além do seguro de vida dos produtores.

O objetivo maior do Seguro Rural é oferecer coberturas que, ao mesmo tempo, atendam ao produtor e à sua produção, à sua família, à geração de garantias a seus financiadores, investidores, parceiros de negócios, todos interessados na maior diluição possível dos riscos, pela combinação dos diversos ramos de seguro.

Quais são os tipo de Seguros que atendem o setor  rural?

Seguro Agrícola: Este seguro cobre as explorações agrícolas contra perdas decorrentes principalmente de fenômenos meteorológicos. Cobre basicamente a vida da planta, desde sua emergência até a colheita, contra a maioria dos riscos de origem externa, tais como, incêndio e raio, tromba d’água, ventos fortes, granizo, geada, chuvas excessivas, seca e variação excessiva de temperatura.

Seguro Pecuário: Este seguro tem por objetivo garantir o pagamento de indenização em caso de morte de animal destinado, exclusivamente, ao consumo, produção, cria, recria, engorda ou trabalho por tração.

Os animais destinados à reprodução por monta natural, coleta de sêmen ou transferência de embriões, cuja finalidade seja, exclusivamente, o incremento e/ou melhoria de plantéis daqueles animais mencionados no parágrafo anterior, estão também enquadrados na modalidade de seguro pecuário.

Seguro Aqüícola: Este seguro garante indenização por morte e/ou outros riscos inerentes à animais aquáticos (peixes, crustáceos, …) em conseqüência de acidentes e doenças.

Seguro de Benfeitorias e Produtos Agropecuários: Este seguro tem por objetivo cobrir perdas e/ou danos causados aos bens, diretamente relacionados às atividades agrícola, pecuária, aqüícola ou florestal, que não tenham sido oferecidos em garantia de operações de crédito rural.

Seguro de Penhor Rural: O Seguro de Penhor Rural tem por objetivo cobrir perdas e/ou danos causados aos bens, diretamente relacionados às atividades agrícola, pecuária, aqüícola ou florestal, que tenham sido oferecidos em garantia de operações de crédito rural.

Observada a natureza da instituição financeira, o Seguro de Penhor Rural se divide em dois ramos distintos: Penhor Rural – Instituições Financeiras Públicas e Penhor Rural – Instituições Financeiras Privadas.

OBS.: Todas as operações dos seguros de bens diretamente relacionados às atividades agrícola, pecuária, aqüícola ou florestal devem ser comercializadas e contabilizadas nos ramos Penhor Rural (ramos 62 e 63) e Benfeitorias e Produtos Agropecuários (ramo 30), observadas as respectivas definições, sob pena de aplicação de penalidade, nos termos da legislação vigente.

Seguro de Florestas: Este seguro tem o objetivo de garantir pagamento de indenização pelos prejuízos causados nas florestas seguradas, identificadas e caracterizadas na apólice, desde que tenham decorrido diretamente de um ou mais riscos cobertos.

Seguro de Vida: Este seguro é destinado ao produtor rural, devedor de crédito rural, e terá sua vigência limitada ao período de financiamento, sendo que o beneficiário será o agente financiador.

Seguro de Cédula do Produto Rural – CPR: O seguro de CPR tem por objetivo garantir ao segurado o pagamento de indenização, na hipótese de comprovada falta de cumprimento, por parte do tomador, de obrigações estabelecidas na CPR.

Fonte: Susep

SUSEP estabelece novas regras para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias

Nova circular possibilita adoção de condições contratuais padronizadas ou não-padronizadas pelas seguradoras e atende mudanças que ocorreram em decretos e leis relacionados a seguros nos últimos anos

 

(Google imagens)

Por meio da Circular nº 559, de 27 de outubro, publicada nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabelece novas regras básicas para a comercialização do seguro de responsabilidade civil (RC) de hangares e operações aeroportuárias. Essa circular substitui e altera o normativo anterior, a Circular Susep nº 71 de 1977, que havia sido expedido há 40 anos já que, desde então, ocorreram importantes mudanças em decretos e leis relacionados a seguros.
Para o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, a iniciativa de elaborar um plano padronizado para o RC de hangares integra o rol de ações da autarquia pautado em modelos de supervisão e de regulação proativos. “A busca pela eficiência dos processos de supervisão e de regulação é fundamental para estimular um ambiente favorável ao desenvolvimento, acompanhando a evolução do mercado de seguros”, pontuou.
Já o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, observa que as alterações determinadas pela nova circular vinham sendo discutidas desde 2008 e, agora, estão adaptadas às normas em vigor e a regras internacionais. “Em decorrência da eliminação das disposições tarifárias, determinada pelo Decreto nº 3633/2000, e da obrigatoriedade de submissão de Notas Técnicas Atuariais (NTAs) por parte das seguradoras, houve a necessidade de uma atualização específica para o RC de hangares”, explicou.
Entre as mudanças estabelecidas pela Circular nº 559 destacam-se: a estruturação de condições contratuais que abrangem coberturas e cláusulas comumente aplicadas pelo mercado segurador; a possibilidade das sociedades seguradoras submeterem produtos próprios (planos não-padronizados) contemplando o RC de hangares, desde que sejam respeitadas as normas vigentes e demais disposições previstas na circular; a atualização de valores contratados e juros moratórios; e a alteração da cláusula de pagamento do prêmio.
A íntegra do normativo está disponível na seção ‘Atos Normativos’ do portal da Susep (http://www.susep.gov.br).

O que é uma Apólice?

Quando se fala em contratação de seguros, imediatamente, o termo apólice entra nas tratativas. A apólice é o documento básico de um contrato de seguro, que se constitui em três modalidades: apólice avulsa, apólice de averbação e apólice anual com prêmio fracionado.

 

Mas o que significa cada uma destas modalidades de apólices no âmbito de seguros de transportes de carga?

Apólice Avulsa

A contratação de uma apólice avulsa é indicada para empresas que não realizam embarques frequentes. Neste caso, para cada embarque se emite uma apólice contemplando condições detalhadas e específicas do processo logístico em questão, como o tipo de modal, carga, valor, local de embarque e destino, limite de garantia, entre outras.

Apólice de averbação

A apólice de averbação, também conhecida apólice ajustável, é uma modalidade indicada para empresas que realizam embarques com frequência, com o valor do prêmio pré-definido ou ajustável. Normalmente este tipo de apólice tem vigência anual e tem o prêmio inicial e o valor segurado calculados de acordo com uma estimativa anual de embarques, com ajustes aplicados geralmente de três em três meses conforme os embarques efetivados, com informação fornecida mês a mês pelo segurado.
Apólice de Averbação

A apólice de averbação é constituída por um documento no qual o embarcador informa à seguradora sobre a realização dos embarques, nos casos de apólices abertas. Existem dois tipos de apólices por averbação: simples e simplificada.

No caso de averbação simples o segurado fornece à seguradora o documento previamente ao embarque. Este modelo é indicado para segurados com pouca frequência de embarques.

A averbação simplificada é indicada para segurados com alta frequência de embarques. Neste caso, o documento deve ser entregue à seguradora com compromisso mensal, após a realização dos embarques. Para seguros de cargas internacionais podem ser adotadas averbações provisórias, definitivas ou únicas, sendo que se diferenciam em caso de importação e exportação.

Manifesto de Carga Eletrônico aquece demanda do seguro para transporte

Regra entrou em vigor ontem (02/10) para facilitar a fiscalização nos postos.

Desde ontem, dia 2 de outubro, o mercado brasileiro de transporte passou a ter um controle ainda mais rígido sobre a documentação envolvendo a movimentação de mercadorias.

Nessa data, entrou em vigor o novo Manifesto de Carga Eletrônico 3.0 (MDF-e), um documento fiscal e jurídico autorizado pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), que vai reunir em um único documento informações sobre o transporte contidas nos documentos de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e).

Para Ricardo Guirao, diretor de Transporte da consultoria e corretora de seguros Aon Brasil, o documento requer uma atenção especial, pois condiciona uma série de informações aos transportadores e embarcadores. “No aspecto do seguro, é necessário declarar o nome da seguradora, CNPJ, número da apólice e o número da averbação da carga”, esclarece.

Ainda de acordo com o executivo, o processo de emissão de apólice de seguros pode ser demorado. Nestes casos, orientamos nossos clientes transportadores a declarar no MDF-e o número da proposta da companhia de seguro, até que a apólice esteja efetivamente emitida.

“Hoje, 90% das apólices da Aon são emitidas eletronicamente”, diz Guirao. “Além de toda a consultoria e corretagem que já prestamos ao mercado de transporte, temos um importante parceiro, a AT&M, líder no setor, para ajudar nossos clientes a se adequarem às novas regras. Dessa maneira, vamos disponibilizar quase que instantaneamente o número da averbação online para transportadoras e embarcadores declararem no MDF-e 3.0”, explica.

O executivo complementa dizendo que o documento vai facilitar a fiscalização, pois consolida as principais informações em um único lugar. “O documento diminui consideravelmente o tempo de parada nos postos fiscais, porque vai passar a direcionar o que precisa ser verificado. Além disso, por ser totalmente digital, a emissão é facilitada”, afirma.

Para o transportador, o documento será obrigatório nos transportes de cargas de terceiros e em viagens interestaduais, onde a emissão deve ser realizada antes do início da viagem. ”Para o embarcador que transporta em veículo próprio, ou contrate embarques autônomos, também será preciso realizar a emissão do MDF-e 3.0”, aponta o executivo da Aon.

Além disso, a certificação do documento continuará sendo realizada da mesma maneira. “As etapas permanecem iguais. Então, continua sendo necessário que o transportador realize a certificação antes do início de toda a viagem, tomando como base o passo a passo da emissão do documento de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)”, comenta Guirao. As apólices de Responsabilidade Civil para Transporte, negociadas por meio de estipulação, também seguem o mesmo conceito.

Fonte Revista Cobertura

Seguro de Cargas além da obrigatoriedade

Entrevista com Elton Bernard, presidente da Bernard & Bernard Corretora de Seguros.

Por Lizi Ricco*

O seguro para transporte de cargas é obrigatório. No entanto, diante do cenário que vivemos no Brasil passa a ser imprescindível, não apenas para cumprimento da lei, mas para assegurar a tranquilidade e proteção às transportadoras e proprietários de cargas, diante dos riscos a que estão vulneráveis no processo logístico. Nesta breve entrevista, o presidente da Bernard & Bernard Corretora de Seguros, Elton Bernard, explica de maneira geral o que contempla o seguro de cargas, como se dá a contratação e comenta sobre a atual fase econômica que reflete diretamente no segmento securitário.

Confira a entrevista:

Quem é responsável pela contratação do seguro de cargas, o transportador ou o dono da mercadoria?

A empresa transportadora tem obrigatoriedade legal sobre a contratação de seguro para  carga transportada.

Quais são as coberturas obrigatórias?

A apólice obrigatória é chamada de RESPONSABILIDADE CIVIL TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO DE CARGAS, o que é correspondida pela sigla RCTR-C. Em relação à cobertura de roubo pode ser negociada junto ao embarcador uma condição específica para cada caso. A lei irá mudar e a responsabilidade ficará 100% para transportador.

 Existem diferentes tipos apólices no mercado. Quais são elas e o que contemplam? 

Temos as seguintes apólices: Seguro de Acidentes, a chamada RCTR-C, Seguro de Roubo, chamada RESPONSABILIDADE CIVIL FACULTATIVA DESVIO DE CARGAS, correspondida pela sigla RCF-DC; e Seguro Transporte Nacional ou Avarias – este seguro é raramente contratado junto às apólices de seguros de cargas, a maior parte dos transportadores não contrata por economia, mas é bastante importante na operação do transportes, pois da cobertura a pequenos eventos, avarias, má estiva, mal acondicionamento, molhadura, carga e descarga, entre outros.

O que é a Carta DDR? É obrigatória?

A Carta de DDR é a dispensa de direito de regresso do seguro do dono da mercadoria (Indústria, embarcador) fornecida ao transportador, pela seguradora do proprietário da carga. Somente aceita em caso da cobertura de roubo, pois no caso de acidentes a responsabilidade é integral do transportador.

O que deve ser levado em conta na hora de contratar um seguro de cargas?

Primeiramente contratar uma corretora séria, com experiência neste tipo de seguro, pois na hora dos problemas e sinistros a maioria das corretoras não sabe o que fazer.  A B&B é a corretora mais especializada neste segmento, criamos o conceito de Carga 100% Segura e isso estamos difundindo junto às seguradoras parceiras, mostrando a forma correta de fazer e atender este mercado, mas ainda precisamos fazer muito, pois o Brasil é diferente do resto do mundo na cultura do seguro.

Há quanto tempo a B&B atua no mercado de seguro de cargas?

Temos uma expertise familiar, na qual consta uma história de 50 anos neste segmento. Fomos uma das primeiras corretoras atuar neste segmento no Brasil.

Quais são os diferenciais da empresa?

Como citei anteriormente, a maior diferença é a expertise, o conhecimento que possuímos, legado familiar, que faz nossos clientes terem uma tranquilidade maior em contratar este seguro. A única corretora que pode trazer a cobertura mais ampla às suas cargas, com o selo Carga 100% Segura.

Como você vê o mercado de seguros para cargas hoje, dentro do contexto em que se apresenta o país política e economicamente?

O país atravessa a pior fase financeira de sua história. O mercado de seguros, através de suas seguradoras, está restringindo ao máximo suas apólices e seguros, e desta forma cada dia que passa acaba ficando tudo pior, uma bola de neve autodestruidora. Quanto menos  seguros elas fazem, menos arrecadam, e mais sinistros acontecem, o que é um tiro no pé. O mercado tem que atender 100% da demanda, fiscalizar, atender bem as empresas e consequentemente gerar maior credibilidade e confiança, desta forma as coisas começam a funcionar mais positivamente e todos ganham.

Quais são os tipos de seguros mais procurados pelos proprietários de bens hoje?  

A falta de credibilidade instaurada no país em relação ao mercado segurador, faz com que as pessoas façam apenas  aqueles seguros que são extremamente obrigadas a fazerem, acham caro e não acreditam que irão ser bem atendidas quando precisarem de cobertura em suas apólices. Já encontramos muitas pessoas e empresas dizendo que vão bancar seus riscos por não concordarem com altos preços e falta de seriedade de algumas seguradoras na hora dos sinistros.

*Lizi Ricco - Jornalista, assessora de imprensa e editora-chefe da Revista Eléve. Sócia-Diretora na Lzf Conteúdo e Design.

 

Luxury Expo Punta del Este promove o mercado de bens de luxo no Uruguai

O evento reunirá, aproveitando a temporada de verão na cidade, público do mais alto poder aquisitivo

A cidade de Punta del Este, no Uruguai, irá sediar a primeira mostra de produtos de luxo, assinados pelas principais grifes do mercado de luxo do mundo, que atendem ao público AAA.

A Luxury Expo Punta del Este acontece nos dias 5 e 6 de janeiro, de 2018, no Centro de Convenções do Punta Del Este Resort, das 17h às 22h.

Cerca de 80 marcas de todo o mundo receberão 3 mil convidados de alto nível para apresentar novas experiências e lançar suas criações mais recentes. Interação cliente-marca que fará o público desfrutar e experimentar o luxo em todas as suas facetas, com jantares exclusivos, degustações variadas, entre elas de vinhos, caviar, charutos e relógios, além de test drive de carros de luxo, passeios de helicóptero sobre a cidade, desfiles de alta costura, exposição de cavalos árabes e inclusive torneios de golfe farão parte da experiência daqueles que tiverem a oportunidade de estar na lista de convidados seletos. O acesso ao evento se dá somente através de convite, então apenas quem tem o nome na lista poderá desfrutar de todo o glamour da Expo.
Estão nesta lista: consumidores de luxo, investidores, políticos, personalidades do cinema e esportes, celebridades, magnatas de negócios, empresários, médicos, banqueiros, advogados, arquitetos, líderes de opinião na indústria do luxo, empresários que desembarcarão de jatos particulares e helicópteros no aeroporto de Punta del Este e outros convidados do mais alto nível.

Cada convite será pessoal e enviado aos clientes convidados de cada marca. Serão também convidados os meios de comunicação nacionais e estrangeiros, na mesma linha de exclusividade.

O evento terá vários setores definidos, aonde a arte, decoração, joias, viagens e transporte de luxo serão importantes expoentes da Expo, apresentando os mais recentes iates, carros de luxo, motocicletas, serviços e viagens únicos e exclusivos, entre outros.
O evento já tem confirmada a participação do líder de opinião mais importante no negócio LUXURY AND PREMIUM BUSINESS na América Latina, o Sr. Carlos Ferreirinha, destacado palestrante brasileiro, especialista em luxo, que apresentará aos expositores e seus convidados o tema: New Market Dynamics, Demand new Competences. Learning from Luxury Management!.

A B&B Seguros marcará presença neste grande evento que fomenta este nicho de mercado. A empresa se destaca no setor de seguros para bens de luxo.

DHL TESTA DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIA ATRAVÉS DE DRONES

A DHL anunciou que incluiu, na sua cadeia de distribuição, a terceira geração do seu projeto Parcelcopter, uma fase que permite assegurar as entregas de forma automatizada através do recurso a drones.



Criado para ser usado na entrega de encomendas em destinatários localizados em regiões alpinas, o Parcelcopter 3.0 foi testado, ao longo do primeiro trimestre, na comunidade de Reit im Winkl, e onde os clientes da empresa de distribuição DHL receberam convites para o envio de encomendas até ao planalto Winklmoosalm.

Durante a fase de testes foram realizadas cerca de 130 entregas, todas elas feitas de forma automatizadas com recurso a um Packstation – Parcelcopter Skyport – um drone desenvolvido para o efeito. Para realizar este processo de entregas, os clientes apenas tinham de inserir as suas encomendas no Skyport e iniciar a transferência e entrega automatizadas através do Parcelcopter, em percursos de oito quilómetros e a uma altura de 1 200 metros acima do nível do mar.

A evolução alcançada com o Parcelcopter 3.0 permite agora lidar com condições geográficas e meteorológicas adversas, com cargas mais pesadas e distâncias mais longas. Durante a fase de testes foram entregues medicamentos urgentes e material desportivo em oito minutos, um itinerário que de carro levaria pelo menos trinta minutos. “Somos os primeiros, em todo o mundo, a oferecer um transporte através de drone – Parcelcopter DHL – com entrega ao cliente final. Com esta combinação de carga e descarga totalmente automática, com o aumento da capacidade de carga de transporte e alcance do nosso Parcelcopter, conseguimos um nível de maturidade técnica e processual que nos permite avançar numa próxima fase para testes em zonas urbanas”, afirma Jürgen Gerdes, Management Board Member do Post – eCommerce – Parcel do Grupo Deutsche Post DHL.

O sucesso do projeto reflete uma parceria de excelência com a comunidade de Reit im Winkl, com o seu parceiro R&D, Rheinisch-Westfälischen Technischen Hochschule Aachen (RWTH), e com outras entidades como o Ministério Federal dos Transportes (BMVI), que estabeleceu uma zona restrita de voo especificamente para este projeto de pesquisa, e a Autoridade de Aviação para a Região da Alta Baviera, que providenciou as autorizações necessárias de voo.

A DHL fez questão de revelar que todos os detalhes foram salvaguardados de forma a garantir a segurança e eficácia do projeto.

 

Construtora poderá ser obrigada a contratar seguro para dano estrutural

Os construtores ou incorporadores imobiliários poderão ser obrigados a contratar seguro para cobrir prejuízos causados por falhas estruturais nos imóveis construídos. É o que determina o Projeto de Lei 6893/17, da deputada Zenaide Maia (PR-RN), em tramitação na Câmara dos Deputados.

O seguro vai cobrir os danos materiais que tenham origem ou afetem a cimentação, os suportes, as vigas e outras estruturas que comprometam a resistência mecânica, a solidez, a segurança e a estabilidade da construção. A apólice poderá ser substituída por fiança bancária, desde que em condições idênticas.

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VEJA SISTEMA DA TESLA PREVER ACIDENTE SEGUNDOS ANTES DELE ACONTECER

Autopilot percebe colisão iminente entre dois carros em estrada e alerta motorista

Quando falamos em carros autônomos e um futuro não muito distante com carros inteligentes capazes de prever situações e evitar acidentes, parece até coisa de ficção científica. Mas até as coisas mais futuristas podem se tornar realidade, como o vídeo abaixo mostra. A gravação foi feita na Holanda a bordo de um Tesla Model S e mostra o instante em que o sistema de direção autônoma Autopilot avisa com um alerta sonoro que dois carros vão se envolver em um acidente. O mais impressionante é que isso acontece cerca de três segundos antes da colisão.

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Bernard & Bernard Seguros